Fragmentos
de pele,
células vivas que nos contém em nós,
renascem e
reinventam-se
com a passagem do vento,
do tempo.
Sofremos um
momento de nudez,
o despir de tudo o que já
nada nos
traz;
depois, é o vestir de uma nova pele,
de um novo
querer...
Primavera que nasce,
uma e outra vez,
dentro e
fora
do nosso corpo.

Sem comentários:
Enviar um comentário