quarta-feira, 29 de maio de 2013
sábado, 25 de maio de 2013
Home Cinema
Muitas vezes ouvimos falar desta ou daquela história veridica de determinadas pessoas que recomeçaram a vida do zero, renasceram das cinzas, superaram um evento que dizimou a sua vida prática ou simplesmente a sua alma, ou coração se assim quisermos. E observamos estes testemunhos de vida com um grande fascínio e admiração por aqueles seres especiais..."se fosse eu naquele lugar não aguentava...não conseguia". É um acontecimento quase divino o reerguer das ruínas alheias! Até nos acontecer a nós. Então entendemos que a magia, a divindade está nos olhos de quem observa, como se assistissem a um filme épico com o previsto final feliz. Mas, para quem vive o guião, há a incerteza do final. E não há magia nem especial orgulho em si mesmo. Descobre-se que se faz o que há a fazer, que é sobreviver com dignidade, e perceber que, sejam quais forem as circunstâncias, o "The End" só surge quando assim tiver de ser. Até lá, arregaçam-se mangas e caminha-se para a frente. E a magia desse processo apenas existe numa sala de cinema ou no livro da cabeceira...
*SUMMER WINE*
Summer wine...
uma noite quente combina com um copo de vinho e os pés descalços...
um exorcismo chic dos fantasmas que habitam em todas as estações do ano...
I'll drink to that!
quarta-feira, 22 de maio de 2013
O elo mais fraco
Uma das noticias em destaque neste momento da nossa actualidade é o tornado que passou pelos Estados Unidos da América. Rápido e eficaz na sua capacidade de destruição, dizimou casas, lojas, escolas, carros, vidas, sonhos...Instalou-se o caos, a desorganização mental e psicológica, o desespero perante a perda...e depois vemos os primeiros passos para a reconstrução da vida e dos sonhos, a colagem dos cacos de um cenário desolador...
O que me faz pensar...e quantos tornados passam pela nossa vida? Na forma de um acontecimento, de uma pessoa, de uma doença? Quantas e quantas vezes vemos o nosso mundo desabar, e de cada vez parece sempre pior que a última? Quantas e quantas vezes colamos os cacos de nós mesmos e nos refazemos, reinventamos e, de alguma forma, nos reerguemos? A Natureza é sábia nos seus designios, embora normalmente muito cruel Nessas alturas a Natureza não é Mãe, mas sim madrasta. Contudo, a força do desespero é a mesma que nos alimenta e dá forças para enfrentar o próximo fenómeno. Quem não se souber reinventar ficará tombado, como os destroços de uma coisa qualquer, que se deixou quebrar por um vento mais forte que si mesmo.
O que me faz pensar...e quantos tornados passam pela nossa vida? Na forma de um acontecimento, de uma pessoa, de uma doença? Quantas e quantas vezes vemos o nosso mundo desabar, e de cada vez parece sempre pior que a última? Quantas e quantas vezes colamos os cacos de nós mesmos e nos refazemos, reinventamos e, de alguma forma, nos reerguemos? A Natureza é sábia nos seus designios, embora normalmente muito cruel Nessas alturas a Natureza não é Mãe, mas sim madrasta. Contudo, a força do desespero é a mesma que nos alimenta e dá forças para enfrentar o próximo fenómeno. Quem não se souber reinventar ficará tombado, como os destroços de uma coisa qualquer, que se deixou quebrar por um vento mais forte que si mesmo.
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