O meu fim de semana está a ter uma banda sonora persistente, não só pela força de tanto a ouvir pela mão da minha descendência em idade pré-adolescente, mas porque lentamente foi fazendo sentido aos meus sentidos. Adaptei-a ao meu momento presente e fui-la saboreando, a melodia cantando pelo meu corpo, por cada poro, tocando em mim sentimentos cansados, usados e abusados...
"Tenho um fogo cá dentro que provoca um tumulto prestes a explodir em chamas...
O silêncio quieto define a nossa tristeza, o tumulto interno continua a tentar visitar-me...não importa o quanto tentamos, é demasiada história, demasiadas más notas a tocar na nossa sinfonia...então deixa isso respirar, deixa voar, deixa ir, deixa cair, deixa quebrar-se, queimar lentamente..."
Crash, crash, burn...
let it all burn...
O silêncio quieto define a nossa tristeza, o tumulto interno continua a tentar visitar-me...não importa o quanto tentamos, é demasiada história, demasiadas más notas a tocar na nossa sinfonia...então deixa isso respirar, deixa voar, deixa ir, deixa cair, deixa quebrar-se, queimar lentamente..."
Crash, crash, burn...
let it all burn...
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