Queria poder entrar pelos teus olhos adentro...!
Queria poder neles mergulhar inteira e ir até ao recanto secreto da tua mente, onde guardas a tua alma e os segredos da tua existência, tão nova mas tão velha.
Queria poder desvendar o mistério dos risos em que choras e das lágrimas que não vertes, pegar nelas e deitá-las ao mar, lavando no sal as dores tuas que são minhas...
Será o teu mundo como as histórias que sonhas de olhos abertos, das quais és um arquitecto louco e emocionado? Queria nele poder ser peregrina...! Terás lá gargalhadas e arco-íris de cores nunca vistas, bolinhas de sabão e aos teus pés um cão...? Um Buda sentado, ali mais ao lado!, sorrindo com a serenidade de quem sabe que existe o teu mundo, sonhado entre as paredes caladas do teu quarto?
Queria poder...! Queria poder ser a mão que desejas segurar, queria poder ser o abraço que fica entre nós e não se aperta...Queria ser a paz que almejas, o sossego na tua mente inquieta, frustrada e tantas vezes cansada. Queria fazer o mapa onde te podes encontrar, cartógrafa do amor materno...
Tu és tão pequeno e és tão grande! E eu que queria dar-te tudo, e do meu tudo não precisas de nada...talvez apenas da vigilância quieta de quem somente te pode dar o amor que tanto queres e não sabes pedir.
Queria poder neles mergulhar inteira e ir até ao recanto secreto da tua mente, onde guardas a tua alma e os segredos da tua existência, tão nova mas tão velha.
Queria poder desvendar o mistério dos risos em que choras e das lágrimas que não vertes, pegar nelas e deitá-las ao mar, lavando no sal as dores tuas que são minhas...
Será o teu mundo como as histórias que sonhas de olhos abertos, das quais és um arquitecto louco e emocionado? Queria nele poder ser peregrina...! Terás lá gargalhadas e arco-íris de cores nunca vistas, bolinhas de sabão e aos teus pés um cão...? Um Buda sentado, ali mais ao lado!, sorrindo com a serenidade de quem sabe que existe o teu mundo, sonhado entre as paredes caladas do teu quarto?
Queria poder...! Queria poder ser a mão que desejas segurar, queria poder ser o abraço que fica entre nós e não se aperta...Queria ser a paz que almejas, o sossego na tua mente inquieta, frustrada e tantas vezes cansada. Queria fazer o mapa onde te podes encontrar, cartógrafa do amor materno...
Tu és tão pequeno e és tão grande! E eu que queria dar-te tudo, e do meu tudo não precisas de nada...talvez apenas da vigilância quieta de quem somente te pode dar o amor que tanto queres e não sabes pedir.

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