Pode o corpo diluir-se num fôlego e
cada curva falar sobre saudade?
Podem as nossas mãos ser
asas audaciosas que
sobreviveram aos caprichos´
do tempo?
Podem os nossos olhos falar
sobre aquilo que não vêem?
Podes tu ser tu,
e eu ser eu,
e juntos sermos um "nós"
improvável, impensável...
inevitável?
Não, não tentes responder.
Abraça-me.
Faz-me apenas sentir tudo
aquilo que não consigo
escrever.

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