Sinto-me prisioneira da minha pele
como se a ânsia deste cativeiro não
tivesse fim.
Existem dias em que não importa
que o sol brilhe e
que a vida seja perfeita.
Sinto na mesma uma inquietação
como se a minha alma
já soubesse que
existe um sítio
onde as cores são
mais brilhantes,
a água mais límpida,
os campos mais verdes
e o mar é tão mais vasto
quanto a alegria que
habita em mim.
Este é um sonho que tenho
tantas vezes como as vezes
que respiro.
Mas também sei que tudo tem
o seu tempo dentro do Plano
e eu ainda estou a aprender a
ser feliz
na terra de
todas as limitações.

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