Cala a voz e não digas nada.
O tempo é em nós a semente que morreu, deslumbrada com o visão do sol.
Sou agora árvore que cedeu com a força do vento.
Tu és a natureza que passou por mim, impiedosa.
Agora ficou uma terra infértil, que sonhou um dia com campos de trigo
e risos de pão.

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