onde se soltam gargalhadas e se choram dias de Inverno;
e pressente-se um aroma pelo meio
e vem uma fome, um anseio,
serpenteando pelos meandros da minha mente.
E a fome traz a sede
e a sede traz uma ausência,
os buracos negros no céu do meu caminho
que tu percorreste e onde desapareceste.
Só não levaste o teu cheiro.
A tua música.
O teu riso.
E, a isso, eu chamo batota.

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