Sou o livro em branco à espera da tua história.
Escreve em mim as palavras da tua existência, ilustra em mim os teus sonhos,
sê tinta líquida a escorrer nas páginas do meu corpo.
Folheia-me num fim de tarde, enquanto me seguras na mão procurando inspiração.
Não desistas do último capítulo. Não me guardes na gaveta.
Arrisca, rabisca, apaga-me, mas para me voltares a escrever.
Faz-me um índice com cheiro a mar, toque de algodão,
surpresa no olhar, filme de última sessão.
Reserva-me um lugar na cabeceira da tua cama.
E escreve-me o título "Eu sou aquele que te ama".

Permite-me dizer-te que também eu gosto de ler (te). Escreves bem, Inês. Não vou perder este espaço de vista. ;-)
ResponderEliminarJoão Pedro Canário
Obrigada! Tu também! Beijinhos ;)
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