Podemos tentar fugir do que nos provoca uma tempestade íntima, do vento que nos levanta os pés do chão sem aviso prévio.
Podemos tentar fugir dos nossos pensamentos através da monotonia robotizada de um dia-a-dia distraído.
Podemos tentar fugir, correr, apanhar um táxi, um avião, rumo a um destino algures fora da nossa cabeça.
Mas ninguém foge de dentro de si próprio.
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